Regime dos Rios

Este regime representa as formas nas quais os rios são alimentados. Tipos e periodicidades das chuvas são requisitos naturais indispensáveis à constituição da alimentação fluvial. Outros elementos também entram na consideração, como fauna ao redor, movimentações da maré, níveis do solo, entre outros. Ações do homem podem prejudicar de forma vitalícia o sistema, e consequentemente, destruir formas de vidas existentes dentro ou no entorno dos rios.

Introdução

Com a retirada de coberturas florestais, o regime fica alterado principalmente pelas águas que escorrem de forma direta ao rio, provocando enchentes que atingem em longa e larga escala. Por este motivo, que os entornos das grandes bacias precisam de natureza vasta, no intuito de conter alguma parte do aguaceiro provindo das épocas chuvosas.

O Rio Amazonas, maior bacia hidrográfica do mundo, apresenta regime misto com águas provindas do derretimento dos Alpes e elevadas taxas pluviométricas da neve derretida das montanhas. O volume de água aumenta também conforme a variação das chuvas.

Dependendo do nível de vazão e das chuvas, podem ocorrer cheias ou secas. Quando existe equilíbrio ecológico, o nível permanece estável na grande parte do ano. No final das estações secas, a perda do rio fica maior do que durante os períodos chuvosos.

Regime dos Rios

Regime dos Rios

Regime Pluvial, Niveal e Misto: Determinado pela origem das águas. Quando vazantes e enchentes são originadas por consequência principal das chuvas, o rio tem regime fluvial. Por outro lado, quando o nível de água varia pelo degelo de neve das montanhas, se classifica como niveal. O meio termo entre as duas opções consideradas acima resulta em sistema de alimentação mista, caso de grande parte do Rio Amazonas, maior bacia hidrográfica do mundo que possui foz mista entre delta e estuário.

Com exceção do Amazonas, a maioria dos rios brasileiros possui regime pluvial e deságua no Oceano depois de se unirem, como acontece na afluência entre os rios Tietê e Paraná – que no estuário da prata tem como destino final, o mar.

A medição da qualidade de água dos rios está baseada na técnica de escoamento permanente e fluxo. Porém, em alguns momentos, o escoamento deixa de ser considerado permanente, como nos casos de enchentes em território urbano em movimentações realizadas pela maré.

Muitos fatores podem interferir nos comportamento dos rios:

Relevos

Coberturas Vegetais

Natureza do Solo

Solo com baixo nível

Terreno que apresenta relevo acidentado

Declives fortes

Nível de permeabilidade do solo

Dependência dos rios para a humanidade!

O Planeta Terra está composto por 90% de água. No entanto, apenas 5% deste montante são provindos dos rios e outras fontes de água doce. A água do mar possui processo complicado e caro para tornar o líquido potável e purificado. Estatísticas apontam que até 2030, praticamente 30% do consumo deve diminuir por cada cidadão habitante do planeta.

Por Renato Duarte Plantier

Um comentário

  1. gostei da informacao ajudou muito.

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