Motivo de Extinção da Ararinha Azul

Ararinha azul consiste em ave nacional que pode chegar aos sessenta centímetros quando está na fase adulta. Está entre os animais silvestres com maior valor no mercado paralelo, fato que intensifica as atitudes ilegais e coloca a espécies no ciclo de extinção com o risco de sumir do globo terrestre.

A espécie se caracteriza por causa da plumagem com cor azulada que traz personalidade própria no mundo animal. Mesmo coma tecnologia dos dias atuais os especialistas não conhecem ao certo como funciona os costumes da ave no meio ambiente. O que se sabe mesmo está no fato da época de reprodução acontecer durante estações chuvosas, um grande problema ao levar em conta que a caatinga representa principal local dos habitats de ararinha azul.

            Por que a Ararinha Azul pode Ser Extinta?

A: Por causa do valor no mercado negro as atividades ilegais de caça para a venda ilícita coloca a espécies no ciclo de extinção com o risco de sumir do globo terrestre;

B: Corte que acontece de forma indiscriminada em áreas de caatinga provoca a queda do habitat e favorecem a queda no número de espécies;

C: Predadores naturais;

D: Presença de fios com alta tensão cujo atrito promove óbito das aves.

            Extinção da Ararinha Azul

Mercado paralelo, corte de árvores e predadores naturais são três elementos que prejudicam de forma direta na vida da ararinha azul que nos dias de hoje se encontra extinta. Na caatinga existe pouco controle público sobre as regiões que podem ter corte legal, o que também prejudica o cenário ambiental para outras aves. Especialistas dizem que a última espécie de macho desaparecer entre os anos de 2000 e 2001.

Por causa do cenário caótico os números caíram e o poder público nacional declarou de forma oficial a extinção da ararinha azul na natureza. A esperança está nas poucas unidades que conseguem sobreviver no cativeiro. Ao levar em conta classificação internacional a espécie se encontra no estágio crítico que antecede o ciclo de extinção.

Desde a segunda metade dos anos noventa do século XX existem campanhas que se concentram em alertar o público em geral sobre os perigos de extinção da ararinha azul. Porém, o trabalho da divulgação não trouxe resultados e no começo do século XXI a andorinha azul esteva extinta da natureza brasileira.

Ararinha Azul no Cativeiro

 

No Brasil as únicas ararinhas azuis que ainda sobrevivem no ambiente estão estabelecidas em cativeiros no sentido de evitar o sumiço da ave no mundo ao levar em conta que não estão presentes no ambiente natural brasileiro. O último visto em terras nacionais foi no ano de 2001, cujo destino não se sabe ao certo se foi capturado aos cativeiros ou vendedores de animais silvestres que fazem parte do bioma nacional. Existem boatos de que o macho morreu depois do atrito com linhas de alta tensão, evidenciando que a evolução do homem também interfere na vida da espécie.

No ano de 2006 aconteceu o primeiro programa com objetivo de soltar a ave ao meio-ambiente. Especialistas tiveram o cuidado de lançar as espécies em ambientes adequados no sentido de evitar o cruzamento com outras aves que possuem mesmo tipo sanguíneo e por consequência tira o nível de pureza autêntica.

Onde Ver a Ararinha Azul em São Paulo

De quase setenta unidades que existem no mundo a viver em cativeiro, menos de dez se encontra no Brasil que um dia foi local de maior número de aves do gênero. Quem mora na capital de São Paulo pode visitar o zoológico municipal e conferir de perto duas ararinhas azuis que embora tenham tentado ainda não geraram filhotes no sentido de aumentar a população. Técnicos ambientais esperam que a gestão aconteça em poucos anos ao levar em conta que ambos são jovens para ter filhotes.

Tráfico de Ararinha Azul e Extinção: Cem Mil Dólares

O aquecimento global é gerado também por causa de fatores naturais. Porém, entre os desmatamentos artificiais e naturais a extinção da ararinha azul tem como razão a ação da ganância dos homens não apenas em destruir as árvores da caatinga como também para vender por preços que podem deixar pequenos exploradores ricos da noite para o dia.

Ararinha

Ararinha

Tráfego da Ararinha Azul: Ontem e Hoje

 

Na década de setenta e oitenta do século XX a prática da caça era maior, embora os preços de pagamento também tivessem menores taxas por causa do número de espécies que podiam ser encontradas com facilidade em terras nacionais. Exploração em alta com fisco não eficaz da ditadura militar fez com que em pouco mais de trinta anos a ave entrasse na lista de extintos à natureza brasileira.

 

            Projeto Ararinha na Natureza

 

Vale patrocina projeto que une instituições ambientalistas e públicas em geral para atuar com força na luta contra a queda no valor de ararinhas azuis na meio ambiente nacional. De acordo com informações colhidas no site oficial técnicos trabalham de forma ativa para evoluir a vida das aves em cativeiro até existir número suficiente para soltar no meio ambiente brasileiro.

Outro objetivo consiste no fato de recuperar e preservar os habitats em que se estabelecem as ararinhas azuis, como no caso da caatinga que nos dias de hoje está entre os locais com maior valor de desmatamento no país. A luta acontece de forma direta contra o corte de madeira indiscriminado que representa prática cultural da região que prejudica de forma direta a economia brasileira.

Por Que a Extinção

Por Que a Extinção

.           De acordo com o Grupo Vale, tráfico e desmatamento dos habitats são duas causas principais para a extinção da ararinha azul no Brasil e por esse motivo representam elementos a serem combatidos na luta para salvar a ave do ciclo da extinção.

Vale ressaltar que as ararinhas azuis precisam de árvores com troncos longos com buracos naturais para estabelecer o ninho. Com o corte indiscriminado de madeira diminuir os habitas, promovendo a busca dos novos ambientas para fixar a moradia. Ararinha se alimenta de trezes plantas selvagens que também sofrem com prejuízos no meio ambiente por ações de homens que aumentam as temperaturas no globo terrestre.

Artigo Escrito por Renato Duarte Plantier

 

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Categoria(s) do artigo:
Natureza

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