Matança de Botos no Amazonas: Brasil X Colômbia

Presentes não apenas no Amazonas como também no Mar Arábico e Golfo Pérsico, esses animais são vistos como mamíferos da água com traços carismáticos que lembra os golfinhos, não obstante especialistas indicam que os botos são parentes antigos do tipo de animal cetáceo que ainda estão presentes em vida, com a diferença de residir nas águas doces. A importância da espécie em terras nacionais não teria valor aos pescadores não fosse o desejo por caçar peixes pirapatinga que apreciam o tipo de carne que vira isca.

Queda de Botos no Amazonas

Entre o começo dos anos noventa do século XX e início do século XXI os especialistas apontam com base em estatísticas do poder público o número de botos com a tonalidade avermelhada entrou em ciclo de queda na casa dos dez por cento. Caso a média continue as famílias podem desaparecer dos grandes rios no Amazonas em aproximados cem anos, fato que chama a atenção não apenas dos ativistas que exigem a melhora do quadro como também de políticos que lutam em favor do meio ambiente (ambientalistas).

Tefé no Amazonas: Matança de Botos         

Entre os locais em terras amazônicas com maior número de matança dos botos acontece em Tefé, local no qual se concentra grupo de pescadores e povo ribeirinho fazem métodos da pesca que causa desequilíbrio ambiental. O impacto prejudica no sentido de encaminhar as espécies cetáceas ao ciclo da extinção se não diminuir o impacto por causa da demanda do pirapatinga.

Na Reserva do MAMIRAUÁ existem estudos que acontecem desde o começo dos anos noventa do século XX referentes ao impacto da pesca de piracatinga que acontece no ciclo de vida dos botos do Amazonas. De acordo com especialistas a causa principal do sumiço das espécies se encontra no peixe necrófago, ou seja, que possui a característica básica de se alimentar com base na carniça. O sabor da carne é apreciado por povos sul-americanos, de forma principal entre brasileiros e colombianos. Tem o tamanho geral em quase cinquenta centímetros, o que pode ser considerado como porte médio de acordo com os padrões internacionais.

Prática da Cultura: Matança de Botos Aumenta no Brasil

Técnicos do INPA (Instituo Nacional de Pesquisas do Amazonas) divulgaram informações no site oficial sobre a visita que fizeram na região em que ocorre o maior índice de desmatamento de botos no Amazonas (Tefé) no final do ano de 2010. Especialistas se assustaram por causa da impunidade que acontece no local. Pescadores possuem a plena consciência de existir lei contra caça aos animais silvestres, mas não se importam em pescar o boto para usar como isca, prática que grande parte dos moradores na região considerar como algo normal no cotidiano pesqueiro.

Não se pode ignorar o fato de que moradores também podem usar como isca a carne de jacaré, embora não tenha a força semelhante da carne de boto que tem a peculiaridade do odor forte capaz de atrair com maior força. A preferência acontece em capturar as iscas adultas do tipo vermelha cujo corpo na média geral pode pesar quase duzentos quilos. Pescadores estimam conseguir pescar cerda de uma tonelada de pirapatinga com um corpo de boto.

A divisa entre Brasil e Colômbia representa o ponto alto de desmatamento que acontecem nos botos da Amazônia nacional.  As espécies siluriformes são apreciadas por parte da culinária colombiana, fato que intensifica a pesca por pirapatinga ao levar em conta que o alto valor do mercado faz os moradores intensificarem a atividade em busca do lucro em cima da média. Como o poder público não tem condições de lei ou infraestrutura para autuar a tendência de acontecer aumento no quadro de desmatamento são expectativas de grande parte dos ambientalistas que analisa de perto a problemática ambiental.

Boto e Preços Populares          

A problemática se encontra no fato de que a grande parte dos peixes pescados com caça de botos segue ao mercado colombiano no sentido de ficar nas prateleiras das feiras com preços populares. O período de cheia e seca faz os preços diminuir ou aumentar. Não se pode ignorar o fato que a predação do mamífero de água doce acontece de forma natural no habitat por conta das vísceras de animais.

A questão de o tempo ser dinheiro faz parte da rotina dos pescadores que usam o boto como isca. Em termos práticos aos pescadores existe maior vantagem ao usar a isca para pescar maior número de espécies e ganhar no aspecto temporal. Com trabalho reduzido existe pouca preocupação ambiental por parte dos exploradores humanos que caçam a espécie nos rios da Amazônia.

Driblar a Fiscalização

Com o aumento da fiscalização os pescadores e mercado ilegal encontram maneiras para driblar os agentes do fisco. Tática antiga e que ainda funciona está em mudar o nome das espécies do mercado para não chamar a atenção do poder público. “Douradinho” consiste no nome comum para designar a carne de piracatinga. Especialistas indicam que pescadores usam o boto como isca por causa do excesso de gordura que tem a capacidade de atrair maior número de espécies.

Especialistas indicam que a maior demanda por parte dos consumidores acontece do lado colombiano da fronteira. Parte do montante que abastece a culinária colombiana parte do porto de Tabatinga, local no qual o poder público tem grande quantidade de carência em termos de fiscalização. Quando chega à capital da Colômbia chega a ser vendido inclusive aos japoneses no outro lado do mundo. O Brasil perde não apenas a quantidade de boto como também de piracatinga.

Nos tempos antigos o comportamento do consumidor do Amazonas era rejeitar as espécies de piracatinga no mercado ao levar em conta que não fazia da cadeia das carnes nobres de peixe. Como os comerciantes também fizeram modificações no nome também aumenta a demanda por conta da novidade que na verdade é antiga.

A importância das espécies de boldo vermelho em terras nacionais não teria valor aos pescadores não fosse o desejo por caçar peixes pirapatinga que apreciam o tipo de carne que vira isca.

Artigo Escrito por Renato Duarte Plantier

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Categoria(s) do artigo:
Fauna

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